Mulher presa por exploração sexual infantil em Marataízes, Operação Apertem os Cintos
A Polícia Civil de São Paulo realizou na última terça-feira (10) uma importante prisão que contribui para a luta contra crimes de exploração sexual infantil. Em uma ação coordenada, uma mulher de 29 anos foi detida na zona rural de Marataízes, no Espírito Santo. Ela é suspeita de integrar uma rede criminosa envolvida na exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão faz parte da segunda fase da Operação Apertem os Cintos, conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Operação Apertem os Cintos: Detalhes da prisão em Marataízes
O caso ganhou repercussão na data de 2026-03-10T12:53:40.000Z, e revela um cenário preocupante de vulnerabilidade infantil. A suspeita presa é investigada como coautora de crimes como estupro de vulnerável, produção, compartilhamento e comercialização de material de abuso sexual infantil. Além disso, ela é acusada de envolvimento direto na exploração sexual de crianças e adolescentes.
Com o apoio do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP) da Polícia Civil do Espírito Santo, o mandado de prisão foi cumprido de forma estratégica. Agentes encontraram a mulher em Marataízes, seguindo um trabalho de inteligência desenvolvido com base em evidências digitais reunidas pelo DHPP de São Paulo.
- Estupro de vulnerável
- Exploração sexual infantil
- Produção e distribuição de material ilícito
Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil paulista, a suspeita fazia parte da mesma rede criminosa envolvida em casos anteriores. Já foram presas três mulheres em São Paulo e Guararema, além do chefe do grupo, um piloto de avião de 62 anos. As autoridades afirmam que o líder do grupo encomendava vídeos de abusos contra crianças, facilitando a comercialização e o envio desses materiais de forma organizada.
Exploração sexual de crianças: Rede criminosa é desmantelada
O combate à exploração sexual de crianças e adolescentes exige uma ação integrada entre diferentes órgãos de segurança. Nesse caso, a cooperação entre as polícias civis de São Paulo e do Espírito Santo foi essencial para localizar e prender a suspeita. Durante as investigações, foram analisadas conversas e elementos digitais que comprovaram a prática dos crimes. Entre eles, destaca-se a produção, venda e envio de vídeos contendo abusos contra uma criança de apenas dois anos.
Para agravar a situação, os investigadores também descobriram indícios de negociações financeiras referentes a encontros presenciais envolvendo a vítima. Felizmente, a criança atualmente tem três anos e já foi localizada e identificada. Ela está sob os cuidados de seus familiares com acompanhamento do Conselho Tutelar, que foi acionado para garantir sua proteção.
Na operação, um aparelho celular foi apreendido e encaminhado para perícia. A suspeita permanece sob custódia do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa da cidade de Vitória (ES), à disposição da Justiça.
Operação Apertem os Cintos: Estratégias e próximos passos
O sucesso da Operação Apertem os Cintos mostra como o enfrentamento à exploração sexual infantil depende de investigações estratégicas e colaboração entre estados. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da Polícia Civil de São Paulo voltadas a coibir crimes digitais, principalmente aqueles que vitimizam crianças e adolescentes.
- Integração entre forças de segurança
- Monitoramento online e análise de provas digitais
- Acompanhamento das vítimas e suporte aos familiares
De acordo com a corporação, a troca de informações interestaduais tem sido fundamental para identificar e prender integrantes de redes criminosas que atuam de forma articulada nas mais diversas regiões do Brasil. Por meio dessas estratégias, a polícia conseguiu avançar em investigações e promover novas prisões, incluindo suspeitos de liderar esquemas de exploração sexual de menores de idade.
Exploração sexual infantil: Investigações continuam
Mesmo com a prisão da quinta suspeita na segunda fase da Operação Apertem os Cintos, os trabalhos investigativos continuam em andamento. As autoridades buscam identificar outros envolvidos na rede criminosa. Além disso, continuam analisando o material apreendido na operação para coletar mais provas e chegar a novos suspeitos.
Todos os policiais envolvidos destacaram que a prioridade é proteger as vítimas e garantir que crimes tão graves sejam punidos com todo o rigor da lei. Graças ao trabalho integrado entre estados e ao uso de tecnologia na investigação, as forças de segurança seguem firmes no combate à exploração sexual infantil.
Caso você tenha conhecimento de qualquer situação suspeita envolvendo exploração sexual de crianças e adolescentes, denuncie aos órgãos competentes. A sua colaboração pode ajudar a salvar vidas e proteger nossas crianças.







