Testemunha diz que homem morto em ataque por cães gritou por socorro
Vítima de 47 anos foi atacada por cães da raça pitbull quando caminhava por uma rua no bairro Jardim Regina, em Pindamonhangaba (SP). Ele morreu no local. Dono foi ouvido e liberado.
Uma testemunha contou à Polícia Civil que a vítima do ataque de cães no bairro Jardim Regina, em Pindamonhangaba (SP), gritou por socorro antes de morrer. A informação foi confirmada pelo delegado de plantão do caso. O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira (4) e está sendo investigado.
O homem, de 47 anos, foi atacado por três cães da raça pitbull enquanto caminhava por uma rua do bairro.
Segundo a Polícia Civil, uma das testemunhas disse que ouviu a vítima gritando “me ajuda, me ajuda” e, em seguida, se deparou com ele caído ao chão sendo atacado pelos animais.
A testemunha acionou o Corpo de Bombeiros, mas o homem morreu ainda no local em decorrência dos ferimentos causados pelas mordidas.
Dono foi liberado
De acordo com a SSP (Secretaria da Segurança Pública), o dono dos cães compareceu espontaneamente à delegacia na manhã desta segunda-feira e prestou depoimento. Aos policiais, disse que os animais estavam no quintal de casa, mas escaparam após o portão ter sido deixado aberto por um pedreiro que trabalha no imóvel.
Segundo o delegado de plantão, o dono dos cães foi liberado, pois não havia situação de flagrante. O caso foi registrado como omissão de cautela na guarda ou condução de animais, morte suspeita e maus-tratos a animais domésticos.
Animais apreendidos
Os três cães envolvidos no ataque foram levados ao Centro de Zoonoses de Pindamonhangaba, onde passaram por avaliação veterinária.
A Prefeitura afirmou que vai avaliar um laudo veterinário para decidir sobre o destino dos animais. As opções incluem:
- adoção responsável
- recolhimento definitivo
- avaliação comportamental
O corpo do homem foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) e liberado para a família.
Segundo a SSP, os laudos solicitados pela polícia e os próximos passos dependerão do andamento da investigação.
Fonte: G1







