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Concessão da ferrovia de Campos do Jordão terá ciclovia integrada

Imagem: Ciclovia Ferrovia Campos Jordão

Concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão prevê trilha cicloviária integrada à ferrovia

Projeto em tramitação

O projeto de concessão da Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), que está em tramitação pelo Governo de São Paulo, prevê a implantação de uma trilha cicloviária de 54 quilômetros, interligando os municípios de Pindamonhangaba, Santo Antônio do Pinhal e Campos do Jordão, no interior paulista.

O plano, conforme o governo, é que a trilha cicloviária seja paralela à linha férrea, criando um novo atrativo turístico para a região, que já é conhecida pelas belezas naturais na Serra da Mantiqueira.

O projeto também contempla:

  • Implantação de centros de apoio aos ciclistas
  • Integração com outras modalidades de turismo ecológico
  • Valorização do turismo ferroviário
  • Conservação do patrimônio histórico

Fases do projeto

O processo de concessão da estrada foi aberto em dezembro de 2023 para consulta pública, com previsão de realização de audiência pública em fevereiro de 2024. A assinatura do contrato com empresa interessada deve ocorrer até setembro de 2024, de acordo com o cronograma divulgado pelo governo do estado.

A empresa vencedora da concessão será responsável pela operação, manutenção e modernização da ferrovia, além da implantação da nova infraestrutura cicloviária.

Sobre a ferrovia

A Estrada de Ferro Campos do Jordão é uma linha ferroviária com cerca de 47 km de extensão que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão. A linha foi construída no início do século XX com o objetivo de ligar o Vale do Paraíba a Campos do Jordão, que à época era procurada por pacientes com doenças respiratórias.

Hoje, a ferrovia é utilizada para fins turísticos, com trens que circulam entre as cidades, oferecendo paisagens da Serra da Mantiqueira.

Impacto turístico

Segundo o governo do estado, a criação da trilha cicloviária integrada à ferrovia vai impulsionar o turismo regional, com geração de emprego e renda para os municípios envolvidos.

Além disso, o projeto visa promover o uso sustentável do território, incentivo à mobilidade ativa e valorização dos meios de transporte não motorizados.

Fonte: G1