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Caraguatatuba decreta calamidade por crise ambiental e sanitária

Imagem: Calamidade ambiental em Caraguatatuba

Caraguatatuba decreta calamidade ambiental e sanitária após problemas em contrato de lixo

Prefeitura afirma que houve abandono no galpão usado para transbordo de resíduos sólidos sem o devido cuidado

A Prefeitura de Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, decretou situação de calamidade ambiental e sanitária após o encerramento de um contrato com a empresa responsável pelo serviço de coleta e transbordo de lixo da cidade. O decreto foi publicado no sábado (10).

A gestão municipal afirma que com o fim do contrato houve o abandono do galpão onde era realizado o transbordo dos resíduos sólidos, que teriam sido deixados no local sem o devido cuidado.

A prefeitura argumenta que tentou acordo com a antiga empresa para garantir a continuidade do serviço, mas sem sucesso. Com isso, assinou um contrato emergencial com outra prestadora para a realização do transbordo dos resíduos ao aterro sanitário.

No entanto, segundo a prefeitura, os resíduos acumulados de forma imprópria provocaram a emissão excessiva de chorume e gases, além de infestação por vetores e animais peçonhentos, o que compromete a saúde pública e causa forte odor nas imediações.

Saiba mais sobre a situação:

  • A administração municipal afirma que hoje o local representa risco de explosão, em razão da emissão descontrolada de gases oriundos do lixo.
  • Segundo o decreto, o objetivo da situação de calamidade é agilizar as ações para eliminar os riscos provocados pelos resíduos.
  • Desde o início do ano, moradores da cidade, especialmente dos bairros próximos ao antigo galpão de transbordo, reclamam de um forte mau cheiro e problemas respiratórios.
  • A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) foi acionada para vistoria no local.

O município destaca que está tomando medidas urgentes para a limpeza e manutenção do local e evitar danos maiores à população.

Até a publicação desta reportagem, a empresa responsável pela coleta anterior não havia se manifestado sobre as acusações da prefeitura.

Fonte: G1